Um retrato exploratório dos 25.007 profissionais da base efetiva — considerando apenas quem não negou ser a pessoa do contato. É um olhar sobre como se distribuem geograficamente, em quais funções se concentram, e como respondem aos critérios definidos pela O&S Gestão.
O Sudeste concentra 81,8% dos profissionais — reflexo direto dos polos de operação da O&S Gestão e dos corredores industriais entre São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. São Paulo lidera com 27,6% da base, seguido de perto por Rio de Janeiro (24,7%).
A base tem quase 67% dos profissionais como mão-de-obra operacional direta e os demais se dividem entre cargos táticos, de baixa liderança ou operacionais indiretos.
| Grupo | Quantidade | Participação relativa |
|---|---|---|
| Direto · Operacional | 16.669 | 66,7% |
| Indireto · Tático 1 | 3.222 | 12,9% |
| Indireto · Baixa Liderança | 3.179 | 12,7% |
| Indireto · Operacional | 1.550 | 6,2% |
| Indireto · Tático 2 | 387 | 1,6% |
Análise sobre os principais cargos presentes na base.
Os DDDs revelam onde os profissionais efetivamente residem — útil como sinal complementar à cidade declarada. O código 31 (Belo Horizonte) lidera com 18,4% dos números brasileiros, seguido por 21 (Rio · Capital) e 11 (São Paulo · Capital). A presença forte do 22 (Norte Fluminense) e do 19 (Campinas) indica o peso dos polos de Macaé e Paulínia na base.
Dois indicadores capturam a postura do profissional diante da interação: a verificação de identidade — separando quem negou ser a pessoa do contato dos demais — e o interesse em fazer parte do banco de talentos da O&S, considerado apenas entre os 25.007 profissionais da base efetiva.